{"id":13485,"date":"2023-11-03T23:43:05","date_gmt":"2023-11-03T23:43:05","guid":{"rendered":"https:\/\/tvnativoos.com.br\/wfe\/?p=13485"},"modified":"2023-11-03T23:43:06","modified_gmt":"2023-11-03T23:43:06","slug":"atriz-elizangela-do-amaral-morre-aos-68-anos-no-rj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvnativoos.com.br\/wfe\/atriz-elizangela-do-amaral-morre-aos-68-anos-no-rj\/","title":{"rendered":"Atriz Elizangela do Amaral morre aos 68 anos no RJ"},"content":{"rendered":"\n<p>Atriz de &#8216;Roque Santeiro&#8217;, &#8216;A favorita&#8217; e &#8216;A dona do peda\u00e7o&#8217;, morre aos 68 anos<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a prefeitura de Guapimirim (RJ), a atriz, de 68 anos, deu entrada no Hospital Municipal Jos\u00e9 Rabello de Mello com uma parada cardiorrespirat\u00f3ria, depois de ter sido atendida pelo SAMU.<\/p>\n\n\n\n<p>A informa\u00e7\u00e3o foi confirmada pelo empres\u00e1rio Lauro Santanna.  Segundo ele, Elizangela sofreu um infarto. Na sequ\u00eancia, foi chamada a ambul\u00e2ncia do Samu (Servi\u00e7o de Atendimento M\u00f3vel de Urg\u00eancia)<\/p>\n\n\n\n<p>Os socorristas tentaram reanim\u00e1-la, mas ela n\u00e3o resistiu e morreu.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A Prefeitura Municipal de Guapimirim, lamenta a morte da consagrada atriz. Esta \u00e9 a segunda vez que o sistema de sa\u00fade do munic\u00edpio atendeu Elizangela. Na primeira, Elizangela deu entrada na unidade com graves problemas respirat\u00f3rios, e depois de algumas semanas, teve alta da unidade&#8221;, disse a administra\u00e7\u00e3o municipal.<\/p>\n\n\n\n<p>A atriz Elizangela do Amaral Vergueiro, mais conhecida apenas como Elizangela, morreu aos 68 anos nesta sexta-feira (3) em Guapimirim, no estado do Rio, informou a prefeitura local. Ela fez sucesso em produ\u00e7\u00f5es como as novelas &#8220;For\u00e7a do querer&#8221;, &#8220;A Dona do Peda\u00e7o&#8221;, entre muitas outras.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Interna\u00e7\u00e3o em 2022<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 2022, a atriz\u00a0foi internada tamb\u00e9m em Guapimirim em estado grave com sequelas respirat\u00f3rias da Covid. Segundo a prefeitura, ela chegou passando muito mal ao Hospital Municipal Jos\u00e9 Rabello de Mello e quase teve que ser intubada.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a assessoria da prefeitura, Elizangela se mostrou radicalmente contra a vacina\u00e7\u00e3o. Ela n\u00e3o tomou nenhuma dose do imunizante.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Trajet\u00f3ria<\/h2>\n\n\n\n<p>Elizangela do Amaral Vergueiro nasceu em 11 de dezembro de 1954 no Rio de Janeiro, filha do executivo Em\u00edlio do Amaral Vergueiro e da dona de casa Rosalinda da Mata Resende Vergueiro. Come\u00e7ou a trabalhar como atriz aos 7 anos de idade, na TV Excelsior, fazendo comerciais ao vivo. Descoberta por um produtor da emissora, foi chamada para estrelar o programa de entrevistas &#8216;A Outra Face do Artista&#8217;, tamb\u00e9m ao vivo.<\/p>\n\n\n\n<p>No mesmo canal, participou ainda do telejornal vespertino &#8216;Jornal Infantil Excelsior&#8217; e do programa de variedades &#8216;Futurama&#8217; \u2013 todas atra\u00e7\u00f5es ao vivo. Aos 10 anos, apresentava o programa de audit\u00f3rio &#8216;Essa Gente Inocente&#8217;, atra\u00e7\u00e3o com crian\u00e7as exibida hor\u00e1rio nobre.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1966, Elizangela saiu da Excelsior e foi trabalhar na Globo, onde o diretor Renato Pacote a convidou para fazer um teste de locu\u00e7\u00e3o com Geraldo Cas\u00e9. Depois de aprovada, foi escalada para ser assistente de Pietro Mario, em &#8216;Capit\u00e3o Furac\u00e3o&#8217;, que tinha estreado em 1965, sendo o primeiro programa infantil da Globo. Nele, a atriz-mirim ajudava na apresenta\u00e7\u00e3o ao vivo, na fun\u00e7\u00e3o de l\u00edder da equipe de grumetes<\/p>\n\n\n\n<p>Pouco depois, come\u00e7ou tamb\u00e9m como apresentadora de outro programa de variedades, &#8216;Show da Cidade&#8217;, ao lado dos jornalistas Edna Savaget e Guima (Jos\u00e9 Ant\u00f4nio de Lima Guimar\u00e3es), sem deixar o Capit\u00e3o Furac\u00e3o, que vinha imediatamente antes na grade de programa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1969, Elizangela ainda trabalhava no &#8216;Capit\u00e3o Furac\u00e3o&#8217; quando foi chamada para fazer o longa-metragem &#8216;Quel\u00e9 do Paje\u00fa&#8217;, com dire\u00e7\u00e3o de Anselmo Duarte. No ano seguinte, estrelou outro filme, &#8216;O Enterro da Cafetina&#8217;, adaptado de diferentes hist\u00f3rias de Marcos Rey. Em 1971, teve seu terceiro papel no cinema: em &#8216;Vale do Cana\u00e3&#8217;, baseado em um conto de Gra\u00e7a Aranha.<\/p>\n\n\n\n<p>Aos 15 anos, ao mesmo tempo em que ganhava experi\u00eancia com interpreta\u00e7\u00f5es no teatro, foi convidada para trabalhar em sua primeira novela: &#8216;O Cafona&#8217;, de Br\u00e1ulio Pedroso. Na trama, exibida em 1971, Elizangela vivia Dalva, a filha de Gilberto Athayde (Francisco Cuoco). Sua novela seguinte foi &#8216;Bandeira 2&#8217;, de Dias Gomes, interpretando Ta\u00eds \u2013 uma das protagonistas \u2013, em um par rom\u00e2ntico com Stepan Nercessian.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1972, Elizangela tamb\u00e9m participou de diversos teleteatros, casos especiais e com\u00e9dias especiais na Globo, como &#8216;O M\u00e9dico e o Monstro&#8217;, de Robert Louis Stevenson; &#8216;A Megera Domada&#8217;, de William Shakespeare; &#8216;Tartufo, o Impostor&#8217;, de Moli\u00e8re; &#8216;Medeia&#8217;, de Eur\u00edpides; &#8216;Feliz na Ilus\u00e3o&#8217;, de Gilberto Braga; e &#8216;Somos Todos do Jardim de Inf\u00e2ncia&#8217;, de Domingos Oliveira. Ainda no mesmo ano, trabalhou na novela &#8216;O Bofe&#8217;, de Br\u00e1ulio Pedroso e Lauro C\u00e9sar Muniz, no papel de Sandra.<\/p>\n\n\n\n<p>Em &#8216;Cavalo de A\u00e7o&#8217; (1973), de Walther Negr\u00e3o, fazia a rebelde Teresa, filha de Marta (Maria Lu\u00edza Castelli) e de Carl\u00e3o (Milton Moraes) e irm\u00e3 de Santo (Carlos Vereza). No ano seguinte, viveu a Regina de &#8216;Supermanoela&#8217;, de Walther Negr\u00e3o, e, em 1975, a Lu da novela &#8216;Cuca Legal&#8217;, de Marcos Rey.<\/p>\n\n\n\n<p>A atriz fez parte do elenco da primeira vers\u00e3o de &#8216;Roque Santeiro&#8217;, que foi censurada \u00e0s v\u00e9speras da estreia, em 1975. Na novela de Dias Gomes, interpretaria T\u00e2nia, a filha de Sinhozinho Malta. Quando a nova vers\u00e3o foi produzida, dez anos depois, a personagem acabou vivida por L\u00eddia Brondi, mas o autor fez quest\u00e3o de criar um papel especialmente para Elizangela: a Marilda.<\/p>\n\n\n\n<p>Na novela &#8216;Pecado Capital&#8217; (1975), a atriz interpretou Emilene, irm\u00e3 da protagonista Lucinha (Beth Faria). O nome da sua personagem era uma refer\u00eancia \u00e0s cantoras Emilinha e Marlene. J\u00e1 em &#8216;Locomotivas&#8217; (1977), a primeira novela gravada em cores no hor\u00e1rio das 19h, Elizangela interpretou Patr\u00edcia, baterista de uma banda independente. Faria outro papel de rebelde dois anos depois, em &#8216;Feij\u00e3o Maravilha&#8217; (1979), na qual contracenava com Marco Nanini, Marcelo Picchi, Grande Otelo e Luc\u00e9lia Santos, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m na d\u00e9cada de 1970, fez v\u00e1rias participa\u00e7\u00f5es em programas humor\u00edsticos da Globo, como os de J\u00f4 Soares, Chico Anysio e Renato Arag\u00e3o. Trabalhou ainda como cantora, gravando um compacto com a m\u00fasica &#8216;Pertinho de Voc\u00ea&#8217;, de Hugo Bellard, que fez sucesso em 1979.<\/p>\n\n\n\n<p>Em &#8216;Jogo da Vida&#8217; (1981), de Silvio de Abreu, Elizangela deu vida \u00e0 hil\u00e1ria Mari\u00facha. A personagem \u2013 uma empregada dom\u00e9stica que assediava o patr\u00e3o (Gracindo J\u00fanior) \u2013 ficou marcada pela gag de, sempre que estava prestes a pregar uma pe\u00e7a, olhar diretamente para a c\u00e2mera e piscar.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 em &#8216;Para\u00edso &#8211; 1\u00aa vers\u00e3o&#8217; (1982), de Benedito Ruy Barbosa, Elizangela foi Maria Rosa, filha de Aurora (Tereza Rachel) e do prefeito Norberto (S\u00e9rgio Britto). Em 1986, a atriz trabalhou na novela &#8216;Tudo ou Nada&#8217;, da TV Manchete. Voltou \u00e0 Globo em 1991 para fazer o humor\u00edstico &#8216;Estados Anysios de Chico City&#8217;, com Chico Anysio. Retornou ao hor\u00e1rio das 20h em 1992, com a estreia de &#8216;Pedra sobre Pedra&#8217;, novela de Aguinaldo Silva. Na trama, Elizangela vivia a extrovertida Rosemary Pontes, estere\u00f3tipo de esposa de pol\u00edtico e um dos primeiros personagens da televis\u00e3o brasileira a utilizar um celular \u2013 que, para efeito c\u00f4mico, raramente funcionava. Rosemary era casada com Ivonaldo Pontes (Marco Nanini), nora da vil\u00e3 Gioconda (Elo\u00edsa Mafalda) e amante de Jorge Tadeu (F\u00e1bio J\u00fanior).<\/p>\n\n\n\n<p>Entre o final de 1993 e meados de 1996, esteve fora da Globo. Trabalhou nas novelas &#8216;\u00c9ramos Seis&#8217; e &#8216;As Pupilas do Senhor Reitor&#8217;, ambas no SBT. Voltou para a emissora a convite do diretor Ricardo Waddington para trabalhar na novela &#8216;Por Amor&#8217; (1997), de Manoel Carlos. Dessa vez, seu personagem, a suburbana Magn\u00f3lia, tra\u00eda o marido Oscar (Tonico Pereira) com o jardineiro Gen\u00e9sio (Ricardo Macchi).<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2004, Elizangela viveu a ex-prostituta Djenane, amiga da vil\u00e3 Nazar\u00e9 em &#8216;Senhora do Destino&#8217; (2004), de Aguinaldo Silva. No ano seguinte, interpretou a fogosa Assunta, em &#8216;A Lua Me Disse&#8217; (2005), de Maria Carmem Barbosa e Miguel Falabella. Em junho de 2008, estreou na novela &#8216;A Favorita&#8217;, de Jo\u00e3o Emanuel Carneiro, como a cafetina Cilene, testemunha-chave do crime que motiva o eixo central da trama.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2010, trabalhou no remake da novela &#8216;Ti-Ti-Ti&#8217;, de Cassiano Gabus Mendes, no papel de Daguijane de Oliveira, a Nicole, moradora do Belenzinho, casada com Higino Oliveira (Marco Ricca) e m\u00e3e de Desir\u00e9e (Mayana Neiva) e St\u00e9fany (Sophie Charlotte). Em 2011, Elizangela interpretou \u00cdntima, a m\u00e3e superprotetora de Belezinha, personagem de Bruna Marquezine na novela &#8216;Aquele Beijo&#8217;, de Miguel Falabella. No ano seguinte, integrou o elenco da novela &#8216;Salve Jorge&#8217;, de Gloria Perez, no papel de Esma, a esposa de Kemal (Ernani Moraes) e m\u00e3e de Ekran (Frederico Volkmann).<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2014, participou do seriado &#8216;Segunda Dama&#8217;, como Edin\u00e9ia, e da novela Imp\u00e9rio, como Jurema. Em 2017, interpretou Aurora, m\u00e3e de Bibi (Juliana Paes), na novela &#8216;A For\u00e7a do Querer&#8217;. Sua personagem sofreu ao ver a filha entrar para o mundo do crime, mas se manteve ao lado dela, mesmo quando a situa\u00e7\u00e3o se complicou. Voltou ao hor\u00e1rio das 21h para uma participa\u00e7\u00e3o em &#8216;A Dona do Peda\u00e7o&#8217; (2019), de Walcyr Carrasco.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Globo.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atriz de &#8216;Roque Santeiro&#8217;, &#8216;A favorita&#8217; e &#8216;A dona do peda\u00e7o&#8217;, morre aos 68 anos Segundo a prefeitura de Guapimirim (RJ), a atriz, de 68 anos, deu entrada no Hospital Municipal Jos\u00e9 Rabello de Mello com uma parada cardiorrespirat\u00f3ria, depois de ter sido atendida pelo SAMU. A informa\u00e7\u00e3o foi confirmada pelo empres\u00e1rio Lauro Santanna. 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